SOL E NEVE
PIT STOP
ASAS MOTOPEÇAS

Funcionários da APA programam manifestação para esta sexta em Leopoldina


Após assembleia em frente ao sindicato da categoria, ficou acertada a realização de protesto na porta da fábrica. 

“Estamos liderando esta mobilização para que a gente consiga chegar até o coração da empresa, que é a administração, para que eles possam rever o que eles fizeram”, declarou Juliana de Souza, secretária geral do sindicato.

 Uma assembleia de funcionários da empresa APA, em Leopoldina, foi realizada no final da tarde desta quinta-feira, 18 de maio, para discutir quais medidas serão tomadas pelo Sindicato da Categoria, após a informação de que as cestas básicas que recebem seriam cortadas. Um grupo de trabalhadores da empresa começou a chegar para a assembleia por volta das 17h15. A mobilização foi realizada em frente à sede do Sindicato dos Oficiais Alfaiates Trabalhadores e Costureiras de Confecções de Cama Mesa e Banho de Leopoldina e Região, na Rua Presidente Carlos Luz, 214. Ficou acertado durante a assembleia que na manhã desta sexta-feira (19), haverá um ato de protesto da categoria no horário da chegada na fábrica.

 O presidente do Sindicato, Washington Luiz da Silva (foto), disse que desde a fundação da empresa ela vem pagando esta cesta básica ao trabalhador, que já faz parte do seu salário. “A paralisação é a única forma do trabalhador reivindicar seus direitos. Nós temos a obrigação de apoiá-los.”

A vice presidente do Sindicato, Juliana de Souza, esclareceu que conversou com um representante da empresa, que não teria cedido à reivindicação de manter as cestas. “Chegou ao nosso conhecimento que a empresa pretende cortar a cesta básica, que é um direito adquirido pelo trabalhador. Nós vamos lutar para que este direito não venha a ser cortado. Se a empresa tem sucesso é graças ao trabalho dos funcionários.

 O Sindicato foi na porta da fábrica e convocou esta assembleia para chamar a atenção do trabalhador e provar para ele a sua própria força. Na manhã desta sexta-feira, estaremos na porta da fábrica para um ato de paralisação”, comentou Juliana.

Katherine Chagas Silva, que faz parte da diretoria do Sindicato, acrescentou que a partir do momento que a empresa dá um benefício ao funcionário e esse benefício é concedido por mais de 2 anos este benefício não pode ser cortado.

Procurada pela reportagem, a empresa preferiu não comentar o assunto.

Dir p/ Esq.: Elias, Katherine, Juliana, Douglas, Cirlene, da Diretoria do Sindicato

O VIGILANTE ONLINE

Mais Notícias