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Macacos são encontrados mortos em Recreio e Cataguases

Macacos são encontrados mortos em Recreio e Cataguases
Crédito da foto Para Leonardo Ribeiro/Site Pólis

Estão em investigação casos de epizootias nas cidades de Cataguases, Argirita, Tocantins, Ubá, Viçosa e uma segunda morte em Leopoldina. Há rumores ainda em Além Paraíba e Mar de Espanha.

Um macaco foi encontrado morto na área urbana de Recreio nesta sexta-feira, 17 de março. O corpo do primata estava na Rua Augusto Morais “Beco do Naliba”, no bairro Santo Amaro. A Secretaria Municipal de Saúde recolheu e animal enviará para análise na segunda-feira (20).

Segundo informações de Alessandra Campos, chefe da Equipe de Epidemiologia do município, “o macaco estava à beira da rua. Recolhemos o cadáver, colocamos em um saco plástico, congelamos e na segunda-feira encaminharemos para a Gerência Regional de Saúde de Leopoldina para ser analisada a causa da morte. Antes deste resultado o que for falado pelas ruas é apenas boato”. A análise acontece em Belo Horizonte. O laudo com a causa da morte deverá sair em aproximadamente 30 dias.

A Rua Augusto Morais, popularmente conhecida pelos recreienses como Beco do Naliba, fica no bairro Santo Amaro, próximo ao asfalto da MG-454 de acesso a BR-116. O macaco foi encontrado pelos moradores que rapidamente acionaram a Prefeitura Municipal.

Cataguases

Em Cataguases, também nesta sexta (17), foi encontrado o terceiro macaco morto. Desta vez, na Vila Tereza. Todos os três primatas mortos suspeitos tiveram seus corpos congelados e estão sendo encaminhados para exames de comprovação da causa da morte, conforme informou o Setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Cataguases. Não há prazo para divulgação do resultado.

O primeiro macaco morto, provavelmente por febre amarela, foi encontrado no distrito de Vista Alegre no último dia 9 de março. No dia seguinte, de manhã, o corpo de outro primata foi localizado nas proximidades da Praça de Esportes. Desde então a Secretaria Municipal de Saúde vem intensificando a campanha de vacinação contra a doença naquele distrito e mantendo o serviço no Centro de Vacinação da Vila Tereza. Não há nenhum registro de febre amarela no município conforme assegura a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Na Zona da Mata, foi registrado até agora, apenas um caso da doença, em Carangola, nesta sexta-feira.

Em primatas, os casos de epizootias – que é quando os animais morrem por conta da doença, estão em investigação nas cidades de Argirita, Belmiro Braga, Lima Duarte, Tocantins, Ubá e Viçosa. Há rumores ainda em Além Paraíba, Carandaí, Espera Feliz, Fervedouro, Faria Lemos, Tombos, Mar de Espanha, Matias Barbosa, Senador Cortes e Rio Novo.

Até o momento foram confirmadas mortes de macacos por febre amarela em Leopoldina, Ewbank da Câmara, Juiz de Fora, Divino e Espera Feliz.

A febre amarela tem duas formas de transmissão: a silvestre e a urbana. Na primeira, os mosquitos Haemagogus e Sabethes são os hospedeiros. Eles picam animais contaminados e transmitem para outros animais, podendo infectar humanos. Já a urbana, que está erradicada no Brasil desde 1942, o transmissor é o Aedes aegpyti, que hospeda o vírus ao picar um animal infectado e pode contaminar o humano. Quando há casos confirmados de macacos mortos por febre amarela é identificado que o vírus está circulando em determinado território.

O VIGILANTE ONLINE
Fonte: Site Pólis e Site do Marcelo Lopes

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