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Os jovens Maitê Padilha e Rafael Gevú, protagonistas na novela “O Rico e o Lázaro”, são os entrevistados de Luciana Neder

Os jovens Maitê Padilha e Rafael Gevú, protagonistas na novela “O Rico e o Lázaro”, são os entrevistados de Luciana Neder

Filha do leopoldinense Fernando Padilha e Erika Padilha, a jovem Maitê quer se especializar profissionalmente fora do país e conquistar seu espaço no mundo.

COLUNISTA SOCIAL LUCIANA NEDER EM SUA COLUNA “É SÓ SUCESSO”

JÁ PENSARAM EM CONHECER UMA ATRIZ BRASILEIRA, MINEIRA, NATURAL DE JUIZ DE FORA, FILHA DO LEOPOLDINENSE FERNANDO PADILHA E ERIKA PADILHA? MAITÊ PADILHA,16, É UMA ADOLESCENTE ATRIZ QUE QUE BRILHA, QUER CRESCER MAIS E SE ESPECIALIZAR FORA DO PAÍS PARA CONQUISTAR O SEU ESPAÇO NO MUNDO.

Os talentosos atores Maitê Padilha e Rafael Gevú brilharam na série “Gaby Estrella”. Como é repetir o sucesso na novela “O Rico e o Lázaro”?

MP – Fazer o Rico e Lázaro pra mim foi uma experiência incrível, eu interpretei a Gaby durante 4 anos e sou apaixonada por essa personagem, mas foi sensacional ter a oportunidade de fazer uma coisa completamente diferente, realmente um desafio.

RG – Tem sido uma experiência sensacional. É muito bom ver que estão gostando do nosso trabalho em um estilo de novela diferente que atinge outro público. Sem dúvida estou muito feliz com o resultado.

Na novela O Rico e o Lázaro, qual o grande aprendizado por trás dos papéis quando se trata de amizade, amor
e conquista?

MP – O aprendizado é que ninguém nasce Rico e nem Lázaro, todo mundo tem os dois dentro de si, a grande questão é qual dos dois lados você vai usar para agir na sua vida, quais escolhas você vai tomar, e no final arcar com as consequências dessas escolhas.

RG – Acho que o que mais aprendi com esse personagem foi o comprometimento que ele tem com aqueles que ama. Ele não tem vergonha de demonstrar esse sentimento e luta com garras e dentes pra defendê-lo.

Maitê e o Rafael são atores que enquanto atuam, cantam, tocam violão e dançam. Como esses talentos foram desenvolvidos?

MP – Hahaha… Eu não sei. Sempre gostei de atuar, desde pequena. Tocar violão aprendi porque sempre gostei de cantar também, então fiz aula antes de entrar no Gaby, mas cantar eu só “aprendi” quando comecei o programa, tive que fazer aula e ganhei uma noção de tom e tal. Mas dançar, acho que ainda não sei isso não, hahaha.

RG – Desde pequeno eu sempre gostei de tocar violão e cantar, mas quando comecei no Gaby Estrella tive diversas aulas com excelentes músicos e dançarinos pra me aperfeiçoar. É claro que não sou nenhum
profissional, mas tento sempre dar o meu melhor. Hahahahaha

Da amizade nasceu o namoro na vida real. Foi muita ajuda do destino trabalharem juntos e se apaixonarem?

MP – Com certeza, a gente se conheceu no trabalho. Mas tínhamos apartamentos no mesmo prédio em Cabo Frio e já tínhamos feito um curso de teatro juntos quando éramos bem novos, acho que o destino já estava tentando fazer a gente se encontrar a muito tempo hahaha.

RG – Acredito que sim. Nossos personagens tinham várias cenas juntos o que nos aproximou muito. Com o passar do tempo começamos a gostar um do outro.


Minha maior recordação de Leopoldina são os carnavais, passava um tempão na Praça do Urubu com meus amigos 
ou no Moinho sujando tudo de espuma. Era bom demais. Hoje vou aí visitar meus avós Anna, Evandro e Gueguê! Amo Leopoldina.


Vocês têm um canal no youtube, o ENTRENOSES. Falem sobre essa criatividade.

MP – O Entrenoses é um espaço incrível. Ali não temos personagens, somos eu e o Rafael falando o que dá na cabeça. Eu adoro o canal e to torcendo muito pra que ele cresça. To muito feliz com os resultados.

RG – Foi uma ideia incrível que tivemos de nos aproximar ainda mais daqueles que gostam do nosso trabalho. Conseguimos estreitar as nossas relações com os fãs através dos vídeos.


Tem uma frase que vocês aplicam secretamente?

MP – Hahaha… Acho que não.

RG – Não acho que temos alguma frase, mas temos diversos apelidos que inventamos um pro outro. São muito engraçados.

Agora as músicas… quais as favoritas? E cantores?

MP – Eu sou muito eclética. Muito mesmo. No meu telefone tem Justin Bieber, Beatles, Cone Crew, Oasis, Elis Regina, Cazuza, Zezé de Camargo e Luciano e por ai vai. Gosto muito do Justin.

RG – Gosto muito de rock! Minha banda preferida é Oasis, mas gosto Também de Beatles, The Who, Radiohead e Coldplay. E Brasileiras eu gosto de Legião Urbana e Capital Inicial.

É linda a sintonia que há entre vocês, Maitê e Rafael. Como definir o amor?

MP – Acho que a palavra perfeita seria paz. Ele me traz uma segurança, uma paz tão boa! Eu fico muito feliz quando estou com ele. A gente se diverte muito juntos. Tenho um amigo, irmão e namorado numa pessoa só, o que é perfeito.

RG – Acho que o amor está em gostar do outro a ponto de superar qualquer diferença. Está em se apaixonar por cada atitude ou gesto que aquela pessoa tenha.

Maitê… Uma recordação de Leopoldina.

MP – Minha maior recordação de Leopoldina são os carnavais, passava um tempão na Praça do Urubu com meus amigos ou no Moinho sujando tudo de espuma. Era bom demais. Hoje vou aí visitar meus avós Anna, Evandro e Gueguê! Amo Leopoldina.

Leia na versão impressa do jornal O Vigilante