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Parceria entre DNIT e Exército realiza pesquisa em Leopoldina coordenada pela UFRJ


O VIGILANTE ONLINE

Até a meia noite do dia 7 de julho a pesquisa vai contar e classificar os veículos que transitam pela BR-116, além de consultar sua origem e destino, dentre outras informações.

Da Redação
O VIGILANTE ONLINE
Fotos: 3º Sgt Chueng/4º GAC L e Júlio Cabral/O Vigilante Online

  Militares do 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (4º GAC L) de Juiz de Fora estão em Leopoldina, na Zona da Mata de Minas Gerais, desde o último dia 30 de junho, quando foi iniciada a terceira fase do Plano Nacional de Contagem de Tráfego (PNCT) em 2017, uma Operação do DNIT realizada em parceria com o Exército Brasileiro, coordenada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Denominada “Pégasus”, a Operação foi iniciada à meia noite do dia 30 de junho e terminará à meia noite do dia 7 para 8 de julho. De acordo    com as informações do 2º Tenente Moraes (foto à direita), 41 militares, uma viatura Marruá, um caminhão e um ônibus estão em Leopoldina. “Estamos no terreno, ou seja, na rodovia, realizando a pesquisa de contagem volumétrica e classificatória, que é uma pesquisa que conta e classifica os veículos de acordo com o eixo, se o veículo é leve ou pesado, e tem a pesquisa de origem e destino, que consulta dentre outras características, a renda do condutor e se o veículo transporta carga perigosa, etc., com auxílio do Ipad que o militar utiliza na rodovia.”

Ainda segundo as informações do 2º Tenente Moraes, a pesquisa vai alimentar a UFRJ, que vai tratar os dados estatisticamente e repassá-los para o DNIT. “Dessa forma o DNIT terá um panorama nacional de quais estradas precisam de mais investimentos, em quais passam mais veículos pesados, veículos leves”, explicou o 2º Tenente, acrescentando que esta visão foi perdida na década de 1990, quando se pesquisava para se conseguir planejar a longo prazo. “Isso foi retornando por volta de 2011”, esclareceu.

Plano Nacional de Contagem de Tráfego (3° fase) – Operação Pégasus.

     Para realização da pesquisa de contagem volumétrica e classificatória os militares permanecem 24 horas por dia, divididos em 3 grupos, um de 00h00 às 08h00, outro de 08h00 às 16h00 e outro de 16h00 às 24h00, e ficam na barraca montada na rodovia, nas imediações do Posto da Polícia Rodoviária Federal. Os militares que realizam a pesquisa origem/destino, trabalham em dois turnos, um de 06h00 às 12h00 e outro de 12h00 às 18h00. Este posto de pesquisa é um dos 123 espalhados pelo Brasil.

Durante a Operação Pégasus, os militares estão alojados no Ginásio Poliesportivo Dr. José Bastos Faria Freire, no Bairro Bela Vista. O 2º Tenente Moraes declarou que estão muito satisfeitos com a a receptividade da cidade e destacou o apoio recebido da Prefeitura, da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Rodoviária Federal, do DNIT e fez uma solicitação à população para que seja atenciosa com a pesquisa que é muito importante para o desenvolvimento nacional e que respeite os pesquisadores. “Tenha paciência, porque às vezes a população está atrasada para algum compromisso, mas a pesquisa é rápida e quem puder colaborar, nós agradecemos bastante”, finalizou.

2º Tenente Moraes: “Esta é uma pesquisa muito importante para o desenvolvimento nacional.”

 

Os militares estão alojados no Ginásio Poliesportivo Dr. José Bastos Faria Freire, no Bairro Bela Vista.

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