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Unidade da UEMG em Leopoldina tem novo Diretor


LEOPOLDINA
O Professor Doutor Rodrigo Fialho Silva foi definido como Diretor após consulta aberta à comunidade acadêmica da UEMG/Leopoldina. A nova Vice Diretora é a Professora Doutora Beatriz Bento de Souza.

Por Júlio Cesar Martins
Jornal O Vigilante Online

 Tomou posse como Diretor da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) Unidade Leopoldina o Professor Doutor Rodrigo Fialho Silva, juntamente com a Prof.ª Dr.ª Beatriz Bento de Souza como Vice-diretora. A solenidade de posse foi realizada no dia 06 de Julho, durante a reunião do Conselho Universitário da Universidade do Estado de Minas Gerais – CONUN, do qual agora o Professor faz parte, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. Estavam presentes o Magnífico Reitor, Prof. Dr. Dijon Moraes Junior, as Pró-reitoras de Ensino, Pesquisa e Extensão, os diretores das Unidades da UEMG e todo o Conselho Superior da Universidade.

  Rodrigo Fialho (foto) foi definido como Diretor após uma consulta aberta à comunidade acadêmica da UEMG/Leopoldina (docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes). De acordo com Rodrigo, essa consulta estava prevista pela resolução nº 352/2016 do Conselho Universitário da UEMG – CONUN. “Eu e a Profª. Dr.ª Beatriz Bento de Souza, diretora na época, apresentamos ao Colegiado do Curso de Pedagogia da nossa Unidade, o interesse em montarmos uma chapa e, com anuência do mesmo, e seguindo o “Edital de consulta para indicação de docente para o provimento dos cargos de diretor e vice-diretor de unidade acadêmica – Unidade de Leopoldina”, iniciamos as etapas do processo com a Chapa “ConsolidAção e Crescimento”. O pleito se deu no dia 05 de junho de 2017 na Unidade de Leopoldina e a posse no dia 06 de julho de 2017, em Belo Horizonte.

O novo Diretor ressaltou: “A nossa gestão, além de participativa e colaborativa, busca consolidar o trabalho de excelência desenvolvido pela Prof.ª Dr.ª Beatriz Bento de Souza que esteve na Direção ao longo desses anos, a partir de ações e propostas inovadoras para o crescimento da nossa Unidade, pois a UEMG em Leopoldina, vem cumprindo a sua missão que é a de ‘Promover o Ensino, a Pesquisa e a Extensão de modo a contribuir para a formação de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento e a integração dos setores da sociedade e das regiões do estado’, reforçando a vocação educacional da cidade de Leopoldina, proporcionando um Ensino Superior gratuito e de qualidade”, concluiu Rodrigo Fialho Silva.

Natural de Astolfo Dutra, onde nasceu no dia 20 de maio de 1978, Rodrigo Fialho contou em entrevista concedida ao jornal O Vigilante Online, que viveu muitos anos em Cataguases, onde iniciou a carreira docente. “Me mudei para Leopoldina em 2010. Hoje, me sinto um leopoldinense de coração, pois aqui criei vínculos profissionais e de amizades queridas desde o ano de 2004, quando tomei posse no cargo de Professor de História da Prefeitura Municipal de Leopoldina, onde atuo até hoje.”

Formação Profissional

   Em 1997 Rodrigo Fialho entrou para o Curso de História na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cataguases. Dois anos depois começou a lecionar e não parou mais. “Acredito que o exercício da docência é uma via de mão dupla: reelabora a todo momento os nossos princípios teóricos a partir das idiossincrasias discentes e alimenta nosso conhecimento empírico sobre os elementos norteadores da aprendizagem cotidiana. Em 2000 fui para Belo Horizonte fazer a Pós-graduação – Especialização em História do Brasil pelo PREPES/PUC-Minas. Ao terminar a Especialização comecei o Mestrado em História Social na USS – RJ. No mesmo ano em que terminei o Mestrado, participei do processo de seleção para o Doutorado em História na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e fui aprovado. Elaborei minha Tese sobre a configuração de uma rede de sociabilidade impressa em Minas Gerais, ao longo do Primeiro Reinado, trabalhando com os jornais mineiros, percebendo-os como artefatos políticos das elites mineiras de Ouro Preto e São João Del Rei e como ‘agentes’ mobilizadores das opiniões públicas da época. Entre 2015 e 2017, preparei minha pesquisa de Pós-doutorado em História no ICH/PPGH da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF. A pesquisa teve como objetivo central a análise das cartas publicadas pela imprensa de São João Del Rey entre os anos de 1828 e 1829 e o uso de pseudônimos pelos correspondentes. As discussões promovidas pelas cartas fomentavam uma prática política ímpar e o uso dos pseudônimos funcionava como um “código participativo” de variados atores históricos na arena política local e regional. As cartas não pertenciam somente aos espaços privados e institucionais. Veiculadas pela imprensa local, tomavam o espaço público e ajudavam a modificar a vida social como um dos principais códigos de sociabilidade impressa, transformando o cotidiano e a vida social por meio de um ‘jogo político do anonimato’. Além de Professor de História da Escola Municipal Ribeiro Junqueira, ocupo, recentemente, a função de Diretor da UEMG/Unidade de Leopoldina e na mesma instituição sou líder do Grupo de Pesquisa denominado ‘Do texto ao contexto: ensino, política e imprensa’, certificado pelo CNPq. O Grupo de Pesquisa criado em 2014 conta hoje com um grupo interinstitucional de renomados pesquisadores. Como fruto do trabalho coletivo de pesquisa, publicamos até agora dois livros. O primeiro em 2015, intitulado ‘Do texto ao contexto: história, literatura e educação’ e o segundo, ‘As várias faces de Minas: traços locais e regionais’, ambos pela Eduemg, editora da Universidade do Estado de Minas Gerais. O último saiu este ano e ainda será lançado em Leopoldina”, revelou.

Assinando a Posse com o Magnífico Reitor, Prof. Dr. Dijon Moraes Junior.

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